Migalhas.com publica artigo do Dr. Rubens Tilkian – Instituto Vertus

Mediação é citada como uma alternativa para resolução de conflitos nos tempos atuais de recessão econômica e pandemia.

Em seu artigo, o Dr. Rubens Tilkian cita também o diferencial da Mediação em relação ao processo judicial. “A Justiça resolve em anos o processo, mas não o conflito e, em momentos como esse, o que mais importa é termos as necessidades dos clientes atendidas e sanadas com a maior brevidade possível. A missão deve ser estancar o problema e não o eternizar.”

Leia o artigo completo clicando aqui.

Rubens Decoussau Tilkian é advogado, sócio fundador de Decoussau Tilkian Advogados, sócio fundador de Instituto Vertus, responsável por mais de 70 mil acordos realizados em mediação, nas mais diversas áreas do Direito. Instrutor em curso de capacitação e formação de mediadores. Autor do livro Comentários à Lei de Mediação.

Advogados formam grupo de fomento à mediação e conciliação

Idealizado em conjunto com o Instituto Vertus, grupo é uma iniciativa para salvar as relações obrigacionais afetadas pela crise da COVID-19.

Como iniciativa para salvar as relações obrigacionais afetadas pela crise da COVID-19, advogados se reúnem em grupo de fomento à mediação e à conciliação. O incentivo à resolução dos conflitos que tenham origem na pandemia é pensado como resposta imediata aos jurisdicionados nesse período em que a espera pela tutela jurisdicional do conflito pode ser desastrosa para muitas pessoas jurídicas e físicas, se considerado o tempo para o julgamento das questões que arvoram nesse cenário. O projeto foi idealizado em conjunto com o Instituto Vertus.

As relações devem ser preservadas, e a melhor ferramenta neste momento é o diálogo. Num futuro próximo, tudo passará, e em vez de discussões judiciais intermináveis, ganharão força as relações que foram mantidas pelo tratamento adequado dos impasses surgidos nesse período da pandemia.

A proposta é que os advogados do grupo atuem como catalisadores de casos de alta e baixa complexidade (incluindo aí atuação pro bono dentro das regras aplicáveis), desafogando o Judiciário, trazendo economia para jurisdição e jurisdicionados. É defender a renegociação dos negócios jurídicos como efetivo direito das partes.

Assim, além de incentivar o uso da mediação e da conciliação, o grupo também propõe às empresas um trabalho estratégico de redução efetiva do passivo judicial, valendo-se sempre das mais consagradas técnicas de negociação. Com tais medidas, o objetivo é contribuir com o Judiciário, reduzindo o número de demandas, e principalmente com os jurisdicionados, inclusive aqueles que são beneficiários da justiça gratuita, oferecendo uma alternativa mais eficaz e célere de solução dos conflitos.

Confira os nomes que participam do projeto:

Aluízio José de Almeida Cherubini

Ana Tereza Basílio

Anita Pissolito Campos

André Ribeiro Dantas

Antonio Corrêa Meyer

Antonio Tavares Paes Jr.

Caio Cesar Rocha

Eduardo Vieira de Almeida

Fernanda Medina Pantoja

Fernando Anselmo Rodrigues

Fernando Crespo Queiroz Neves

Fernando Jacob Netto

Gilberto Giusti

João Grandino Rodas

Mariana Lopes da Cruz

Maria Cristina Corrêa de Carvalho Junqueira

Mauro Luciano Hauschild

Paulo Henrique dos Santos Lucon

Rennan Faria Kruger Thamay

Rosane Pereira dos Santos

Rubens Decoussau Tilkian

Rui Celso Reali Fragoso

Vamilson José Costa

Vanderci Álvares

Fonte: Migalhas

Autor Gilberto Passos de Freitas dedica seu livro “Mediação – Instrumento de cidadania e pacificação” para Rubens Tilkian

Dedicatória realizada pelo autor Gilberto Passos de Freitas para o presidente do Instituto Vertus, Rubens Decoussau Tilkian, no lançamento do seu livro “Mediação – Instrumento de cidadania e pacificação”

“Para o estimado amigo Rubens Decoussau Tilkian, com profunda admiração por todo o trabalho, na teoria e na prática, para o desenvolvimento da mediação.
Com admiração e carinho, Gilberto Passos de Freitas”

Rubens Tilkian participa do programa Gestão & Foco com Sulivan França

Rubens Tilkian, fundador do Instituto Vertus participa do programa Foco & Gestão com Sulivan França da Record News, dando uma entrevista sobre a mediação de conflitos. Rubens trás à entrevista tópicos como: o que é mediação; a diferença entre mediação e conciliação; quem pode ser mediador; se a mediação poderia ou não ser instrumento usado na Operação Lava-Jato, entre outros.

Confira a entrevista na íntegra:

Inscrições abertas! VII Curso de Capacitação em Mediação e Conciliação Judicial

O Instituto Vertus é um centro de mediação de excelência do país e desenvolveu um método único e inovador para solucionar conflitos, atuando lado a lado com os envolvidos num verdadeiro processo de transformação individual. Em respeito à regulamentação do CNJ, o Instituto está devidamente habilitado como entidade formadora de conciliadores e mediadores judiciais nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – Cejusc ou extrajudiciais em Câmaras privadas de Conciliação e Mediação.

Para mais informações:
(11) 3847-7770
[email protected]

 

Instituto de mediação cria projeto preventivo de conflitos

Apresentação

Em entrevista à TV Migalhas, o presidente do Instituto Vertus, Rubens Tilkian apresenta o novo projeto da câmara de mediação, o “Roteiro de nossas vidas”. Principalmente idealizado para evitar conflitos, o projeto traça um plano preventivo, em que as partes envolvidas se antecipam a futuras lides e ficam precavidas de como reagir caso ocorra algum problema.

 

“Nossa experiência do dia-a-dia mostrou que seria imprescindível uma ferramenta no mercado hoje para que as partes pudessem dialogar sobre assuntos difíceis antes de estarem inseridas no conflito.” Afirma Rubens Tilkian, em sua entrevista.

 

Veja a entrevista neste link.

 

A solução

O projeto foi criado após a experiência do Instituto, sobretudo na área da família. Mas depois de anos resolvendo conflitos, os mediadores perceberam que muitas discussões que geraram o divórcio poderiam ser evitadas. Simplesmente se houvesse uma preparação para o casamento; um alinhamento das expectativas das partes. Prepará-las para um relacionamento saudável, evitaria a degradação da vida conjugal.

 

Mas os benefícios da metodologia vão muito além da área da família. Pois o método pode ser também aplicado a empresas e sócios preocupados em proporcionar um ambiente de trabalho harmonioso.

 

Conclusão

Com as expectativas alinhadas, há a prevenção de grandes conflitos entre seus colaboradores, garantindo uma boa relação com seus pares (reuniões de sócios ou assembleias), possibilitando manter as expectativas empresariais e pessoais de cada um em relação ao projeto devidamente atualizadas, evitando muitas vezes o litígio societário que, em último pano, acaba por prejudicar a própria continuidade da empresa. Pode-se imaginar, inclusive, a magnitude desses conflitos societários em empresas familiares, em que o grau de emocionalidade extrapola o razoável.

 

Confira nossa matéria no site Migalhas

 

A NOVA ADVOCACIA: mudamos e sobreviveremos

Artigo publicado na TOPLAWYERS 2017:

Advogado Rubens Decoussau Tilkian

 

Introdução

O mais precioso trabalho do advogado civilista é o que ele realiza antes do processo, matando os litígios logo no início com sábios conselhos de negociação, e fazendo o possível para que eles não atinjam aquele paroxismo doentio que torna indispensável a recuperação na clínica judiciária. Vale para os advogados o mesmo que para os médicos: embora haja quem duvide que o trabalho deles seja de fato capaz de modificar o curso da doença já declarada, ninguém ousa negar a grande utilidade social da sua obra profilática. O advogado probo deve ser, mais que o clínico, o higienista da vida judiciária – e, precisamente por esse trabalho diário de desinfecção da litigiosidade, que não chega à publicidade dos tribunais, os juízes deveriam considerar os advogados como seus mais fiéis colaboradores. CALAMANDREI (Eles os Juízes vistos por um Advogado, Martins Fontes, 1996, SP, trad. Eduardo Brandão).

 

O fenômeno da massificação está entre os grandes vilões responsáveis pela alta litigiosidade nas relações interpessoais contemporâneas. As mazelas deste acontecimento permeiam de forma avassaladora todas as atividades. Em que critérios qualitativos perdem espaço para uma rapidez judicante barata, rasa e quase sempre ineficiente. Resultado disso são indivíduos frequentemente insatisfeitos e impacientes, potencializando e tornando recorrentes os conflitos no cotidiano social.

 

A evolução educacional no Brasil

Na área da educação, enxergamos isso com clareza solar. Vale lembrar os três marcos da evolução educacional no Brasil. Primeiro, o ensino é transferido das mãos da família para o serviço público de educação, cuja qualidade era inegável. Segundo, surge a iniciativa privada ofertando serviços na área, em franca concorrência com o ensino estatal. Terceiro, e talvez o mais importante deles, o desenfreado crescimento das instituições de ensino. Estas que passaram a abrigar centenas de milhares de alunos sonhadores com a diplomação, mas que ao final, mesmo certificados, mal sabiam ler e escrever.

 

O mesmo caminho foi trilhado pelo ensino jurídico no país. O Ministério da Educação, desprovido de melhores critérios para autorizar novos cursos e eficiência para fiscalizar a qualidade daqueles já existentes, colocou o Brasil em primeiro lugar no ranking mundial dos países com maior número de faculdades de direito, com aproximadamente 1.263 instituições. Assim, também se estendeu a massificação à atividade jurídica, que acabou por contaminar órgãos do Poder Judiciário.

 

O problema

Círculo vicioso perigoso. Que profissionais despreparados almejam carreiras que exigem sofisticada aptidão para enfrentar os desafios que lhes são confiados.

 

Essa conjuntura reflete nossos dias atuais: órgãos públicos obsoletos e paralisados no tempo, fazendo com que as soluções processuais perpassam gerações; juízes perdendo tempo com assuntos banais, que poderiam ser resolvidos administrativamente ou por métodos consensuais, ao invés de dedicarem tempo a matérias que dependem da intervenção estatal; elevadíssimo índice de reprovação nas provas da OAB, com pouco mais de 20% de candidatos aprovados no último exame de abril de 2017; advogados distanciados dos valores de sua profissão, sendo os primeiros responsáveis pelo aviltamento de seus próprios honorários; e, ainda, jurisdicionados estressados e menos pacienciosos, praticamente cegos em relação aos benefícios do diálogo e obcecados pelo percurso incerto da judicialização.

 

Enfim, uma descontrolada e generalizada massificação, que acaba ferindo a credibilidade e a eficiência do Poder Judiciário. Pois bem, tudo parece estar perdido, mas não está. O poder de mudar este quadro não depende desta ou daquela classe e, sim, do sistema como um todo. E aos advogados, indispensáveis à administração da Justiça, a mudança inicial parece ser de fácil e benfeitora implantação.

 

A consequência

Nesse novo contexto, passa-se a exigir dos advogados, antes de uma fervorosa demanda – e também no curso dela –, uma visão mais colaborativa e estratégico-negocial. Pois, como se sabe, é comum que decisões terminativas não consigam agradar a qualquer dos litigantes. Visto que prolatadas quase sempre tardiamente e ao arrepio dos verdadeiros interesses das partes. Situação no mínimo estranha, na qual duas partes brigam e, ao final, nenhuma sai satisfeita.

 

Olhar apuradamente sobre o conflito é o bastante para se constatar que as partes encetam o litígio por determinados motivos. E anos depois, digladiam-se por inúmeros outros, sendo que nem sequer se recordam das causas originárias da contenda.

 

A função do advogado

Cabe ao advogado, portanto, evoluir e acompanhar a era da pacificação dos conflitos, em que se busca, por meio de técnicas específicas, maior rapidez e eficiência aos clientes na solução das controvérsias, fulminando a ideia secular de que o bom advogado é aquele que se acomoda no lento caminhar dos processos.

 

O advogado de hoje deve ser aquele que filtrará o pedido inicial de seu cliente (barganha posicional), com vistas a apurar seu verdadeiro interesse. Também impedindo, assim, que aspectos relacionais e emocionais contaminem a pretensão material em jogo, e represente um entrave à solução do conflito.

O Código de Processo Civil conferiu aos meios alternativos de solução de conflitos – v.g. a mediação – caráter principiológico e obrigatório no curso do processo judicial, incentivando as partes e os juízes a prestigiarem o caminho da composição. No mesmo sentido, merece destaque a Lei de Mediação (13.140/2015), cujo tema ganha espaço e prestígio dia após dia.

 

Conclusão

Portanto, desponta no cenário nacional uma nova e moderna oportunidade de trabalho aos advogados. A de atuarem de forma célere, menos custosa e mais estratégica à sua clientela. Essa metodologia não retirará trabalho dos advogados, nem mesmo tornará a demanda judicial menos importante. Ao contrário, abrirá espaço para mais casos, com soluções mais rápidas e menos desgastantes. E premiará financeiramente o causídico com uma remuneração imediata. Além de deixar o caminho aberto para os litígios estratégicos e verdadeiramente necessários, que nunca deixarão de existir.

 

Muita coisa precisa mudar. Mas providência atual e realista é a de obter do Judiciário incentivo ao uso da mediação. Valendo-se das câmaras privadas, por exemplo, e despertar nos advogados o interesse em novas capacitações, negociais e colaborativas. Para que eles se tornem especialistas em atuar nos métodos alternativos de solução de conflitos ao lado de seus clientes. Assim cumprindo o seu papel dehigienistas da vida judiciária”.

 

Uma última consideração: que a era da mediação prospere por caminhos opostos da massificação.

 

Rubens Decoussau Tilkian – sócio fundador do Decoussau Tilkian Advogados e do Instituto Vertus de Mediação. Vice-Presidente da Comissão Especial de Mediação da OAB/SP, autor do livro Comentários à Lei de Mediação.

Novo projeto vai mudar a forma com que as pessoas se relacionam nos casamentos

Há quem ainda acredite que o casamento é a solução para todos os problemas vividos pelos casais. Ou seja, bastaria casar-se para que as desavenças fossem embora. Ledo engano.

 

O problema

O número de divórcios, segundo estudos do Governo Federal, aumentou 160% nos últimos 10 anos no Brasil. Surpreendentemente, os casamentos no país não duram mais do que 15 anos. Se antes as relações eram para a vida toda, hoje os cônjuges se separam por volta dos 40 anos, num cenário em que não conseguem juntos sequer assistir aos filhos atingirem a maioridade. Há algo mais preocupante: muitos desses casamentos acabam em verdadeiras guerras judiciais recheadas de ódio e vingança que, muitas vezes, perduram mais tempo do que a própria relação matrimonial e fulminam o patrimônio familiar.

 

As alterações legislativas flexibilizam cada vez mais o caminho para se encerrar um casamento. Anteriormente eram necessários dois anos para pedir o divórcio direto. Atualmente pode ser requerido a qualquer momento perante um Tabelião de Notas, desde que o casal esteja de acordo. Casa-se hoje e, se preciso, separa-se amanhã. Uma triste realidade quando estão em jogo os valores da família.

 

Nossa metodologia

O Instituto Vertus de Mediação e Resolução de Conflitos desenvolveu uma metodologia que visa contribuir com as famílias. Primeiramente para prepará-las para o matrimônio e, segundo e consequentemente, evitar essa preocupante degradação da vida conjugal. O projeto nominado “O Roteiro de Nossas Vidas” é destinado a todos aqueles que pretendem se casar ou conviver em união estável.

 

Portanto depois de muitos anos resolvendo conflitos familiares, o Instituto Vertus atua com a missão de alinhar as expectativas do casal e prepará-lo para o relacionamento.

 

Conclusão

Obter consciência de que as pessoas não podem depositar nas outras suas próprias expectativas. Ou nem mesmo têm o poder de mudar o outro, são medidas fundamentais para que o relacionamento dê certo. Assim, podemos ser roteiristas de nossas vidas desde que os personagens que incluímos em nossas histórias estejam devidamente cientes e preparados para contracenar em seus respectivos papéis. Do contrário, direcionará para um falso sentimento de frustração e rejeição, alimentado pelo nosso pré-julgamento destrutivo e inconsciente.

 

Entre em contato conosco e saiba mais sobre esse método de trabalho dinâmico e inovador, que tem como objetivo preparar o casal para o relacionamento a dois e tornar a vida conjugal mais harmônica, verdadeira e duradoura.

Câmaras privadas de mediação

Rubens Decoussau Tilkian (Decoussau Tilkian Advogados), disse que ponto que merece destaque da lei de mediação (13.140/15) é possibilidade do surgimento das câmaras privadas de mediação.

 

Para o advogado, a iniciativa privada poderá contribuir muito com o Poder Judiciário, oferecendo espaço físico, formação de novos mediadores e capacitação de pessoas que trabalham na área.

 

Leia a matéria na íntegra clicando aqui.