Fernando Jacob Neto , advogado

Conheci o Instituto Vertus e o Rubens Tilkian a partir da indicação da mediação por um Juiz de uma das Varas da Família do Fórum Central de São Paulo. O caso era extremamente difícil; envolvia divórcio com a retirada do cônjuge do lar conjugal, guarda, alimentos, partilha de bens envolvendo empresas etc., e as partes se encontravam num estado extremo de beligerância. Logo na primeira reunião com Rubens fiquei impressionado com a sua técnica e sensibilidade. Em pouco mais de dois meses ele conseguiu neutralizar o conflito e formalizar um acordo, encerrando todos os processos e tornando harmonioso o relacionamento das partes.

Depois disso, indiquei outro caso mais difícil ainda… um conflito societário envolvendo diversas empresas e pessoas de uma mesma família, com falecimento de um dos sócios, somado a uma questão imobiliária envolvendo mais de 50 imóveis em condomínio com os litigantes, ou seja, um daqueles casos em que custamos a acreditar numa solução amigável. Mas em quatro meses o Rubens conseguiu compor as partes em relação ao patrimônio, e ainda amenizou os conflitos pessoais, tornando civilizado o relacionamento entre os familiares.

Enfim, hoje, depois dessa experiência no Instituto Vertus (com 100% de sucesso), acredito no futuro promissor da mediação como um meio alternativo de solução de conflitos e, mais do que isso, vejo a mediação como uma aliada da advocacia contenciosa. Por tudo isso, faço questão de registrar minha admiração e respeito pelo Rubens Tilkian, que hoje tenho como amigo.

Maise Gerbasi Morelli, advogada

Foi muito positiva a minha primeira experiência com a medição conduzida pelo Dr. Rubens Tilkian. Trabalho sério e bastante eficaz na solução de conflitos familiares.

Agradeço e parabenizo todos os profissionais da  Equipe do Instituto Vertus.

 

Portaria OAB

O advogado Rubens Decoussau Tilkian, do escritório Decoussau Tilkian Advogados, foi nomeado vice-presidente da Comissão Especial de Mediação da OAB/SP para o biênio 2017/18. A notícia foi publicada como notinha no informativo do dia 06 de março de 2017.

Confira no link.

Câmaras privadas de mediação

Rubens Decoussau Tilkian (Decoussau Tilkian Advogados), disse que ponto que merece destaque da lei de mediação (13.140/15) é possibilidade do surgimento das câmaras privadas de mediação.

 

Para o advogado, a iniciativa privada poderá contribuir muito com o Poder Judiciário, oferecendo espaço físico, formação de novos mediadores e capacitação de pessoas que trabalham na área.

 

Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

 

Lançamento: Um sucesso!

Matéria que saiu no portal Migalhas: clique aqui.

 

 

Em prestigiado evento, o advogado Rubens Decoussau Tilkian fez o lançamento ontem a obra “Comentários à Lei de Mediação”, pela Editora Migalhas. Com prefácio do presidente do TJ/SP Paulo Dimas Mascaretti. Apresentação do desembargador aposentado José Roberto Neves Amorim e texto do coordenador Geral do CEJUSC Ricardo Pereira Júnior. Mas o livro traz uma análise minuciosa, artigo por artigo, da lei nº 13.140. Bem como esclarece de amplamente todos os aspectos da mediação e sua contribuição para o avanço da Justiça no Brasil.

 

“Nesta obra, o autor, Rubens Decoussau Tilkian, enfrenta com profundidade e lucidez as principais questões que a Lei de Mediação pode suscitar. Também faz referências ao Novo Código de Processo Civil, à Resolução nº 125/2010, do CNJ. Aos provimentos do TJ/SP. Bem como às diretrizes divulgadas aos magistrados de São Paulo pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos. A obra também apresenta a evolução histórica da mediação. Sua aplicação noutros países, apresentação de alguns modelos de cláusulas e requerimentos, tudo a fim de facilitar a compreensão do leitor e sanar suas dúvidas sobre o tema”. Afirma Paulo Dimas Mascaretti, presidente do TJ/SP.

 

Dentre as mais de 250 pessoas que estiveram presentes no lançamento. Além de personalidades, amigos, membros do TJ/SP e nome de peso do meio jurídico. Todos foram pessoalmente parabenizar o autor, que iniciou a seção de autógrafos às 18h15. E ele só parou quando as luzes da Livraria de Vila do Shopping JK Iguatemi estavam se apagando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fernanda Bottura Casella França

Atuação como Mediadora

 

Advogada e Administradora de Empresas. Bacharel em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP. Pós-graduada em Direito Contratual pela Pontificia Universidade Católica (PUC)/Cogeae – SP e em Administração de Pequenas e Médias Empresas pela Fundação Instituto de Administração (FIA) – SP. Sócia e diretora financeira/administrativa de empresa familiar. Conciliadora no Forum de Santana de Parnaíba – SP, nas áreas cível, família e empresarial. Mediadora pelo Instituto Paulista dos Magistrados – IPAM e Associação Paulista de Magistrados – APAMAGIS – SP.

Palestra sobre mediação em Macapá

O Instituto Vertus, por meio de seu fundador Rubens Decoussau Tilkian, do escritório Decoussau Tilkian Advogados, marcou presença. Pela primeira vez, na cidade de Macapá, nos dias 5 e 6 de maio. Onde ministrou a palestra sobre o Modelo Vertus de Mediação e a Importância da Mediação no Atual Cenário Nacional.

O evento ocorreu no Espaço Cultural da Faculdade FATECH. Este contou com a presença de autoridades do Judiciário, advogados, professores, estudantes e profissionais das mais diversas áreas. É o Instituto Vertus cumprindo a sua missão. Difundindo a paz e incentivar a sociedade a buscar métodos alternativos de solução de conflitos!

Não esqueça de conferir nossa matéria sobre um modelo de mediação americano!

Juiz americano traz ao Brasil modelo básico sobre mediação

Introdução

Aos 87 anos e ainda na ativa, o juiz federal norte-americano John Clifford Wallace tem percorrido o mundo. Isto apenas com o objetivo de estimular a mediação. Chegou ao Brasil depois de viagens recentes a 11 países. Sempre pregando um modelo que considera simples e infalível para desafogar o Judiciário. O termo mais correto é desentupir, porque Wallace costuma desenhar um cano como metáfora para o sistema.

 

Como melhorar a justiça?

Assim, ele afirma que só existem três modos de melhorar a Justiça. O primeiro seria adquirir uma tubulação maior, o equivalente a escalar sempre mais juízes. Como essa possibilidade é remota e nunca parece suficiente, restam duas soluções concretas. Tirar problemas do cano, ou empurrar os casos para que passem de forma mais rápida.

 

O juiz da Corte de Apelações do 9º Circuito (oeste dos Estados Unidos) tem uma extensa agenda no Brasil até março (veja programação no fim do texto) e falou a uma plateia de advogados em São Paulo, na última quinta-feira (25/2), a convite dos escritórios Cerqueira Leite Advogados, David Teixeira de Azevedo Advogados e Prigol Advogados Associados. O principal foco foi defender a mediação. “Quanto mais cedo as coisas forem tiradas do cano, melhor”, afirmou. “Tudo deve ser mediado, exceto questões constitucionais.”

 

O papel do Juiz

Ele reconhece que advogados e partes às vezes torcem o nariz para essa prática, mas diz que é papel do juiz estimular o uso. Segundo Wallace, é comum em seu país que os julgadores analisem previamente cada caso e “sugiram” que o processo vá para uma audiência de mediação. Essa sugestão vai entre aspas porque, em tom de ironia, ele aponta que os advogados entendem a mensagem. Para não irritar o juiz que iria sentenciar o caso mais para a frente, os profissionais do Direito explicam a seus clientes que é melhor tentar primeiro o caminho alternativo.

 

John Wallace também aponta que dificilmente alguém processa um estranho. Geralmente a questão envolve familiares, vizinhos, empregadores ou a outra parte de um negócio. Por isso, o papel do mediador é descobrir o histórico do problema e encontrar maneira de retomar os laços entre as pessoas, sem se fixar à ideia de concluir um acordo financeiro. Ele avalia que, num conflito entre franqueadora e franqueada, por exemplo, estimular um negócio novo entre as empresas pode ser mais interessante do que definir quem deve pagar determinada dívida.

 

Conclusão

O segredo para um bom mediador, ou uma boa mediação, também é claro para o palestrante. “Não importa quem são ou qual escolaridade têm”, afirma, mas se demonstram interesse em ouvir e conversar. Nem precisam conhecer a lei, garante. Ele relata que, na Itália, é bem-sucedido um projeto em que aposentados são mediadores voluntários, sem gerar nenhum custo ao governo.

 

Texto retirado da revista Consultor Jurídico escrito por da Felipe Luchete. Para conferir a matéria na íntegra, acesse aqui.